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Bob Sharp

Quando Bird Clemente contou ter pensado em mim para ajudá-lo a passar para o papel a história de sua vida, não só aceitei, como fiquei exultante. O motivo? A paixão que temos em comum pelos automóveis e, claro, o fato de termos nos enfrentado um bom número de vezes nas pistas. O que ocorreu durante a execução do trabalho era fácil de prever: emoção. Emoção diante de cada fato, de cada passagem, pois somos da mesma geração, tendo eu chegado ao mundo só cinco anos depois dele. Alegrou-me sobremaneira vê-lo contando tanta coisa, falando de seus “colegas de trincheira” com imenso carinho e, sobretudo, respeito.

Foi muito bom “vê-lo” crescer no seio de uma verdadeira família, ouvi-lo falando de seus pais e irmão com ternura incomum, em especial a maneira como ele foi forjado. Tocou-me muito, também, sua gratidão a Jorge Lettry, que o deixou e a mim, bem como a uma legião de amigos e admiradores, tão prematuramente. O mais notável é o fato de tudo o que foi dito a respeito de Lettry ter sido falado antes de seu falecimento.

Mais que tudo, foi uma verdadeira viagem no tempo os três meses em que passamos com vários contatos diários, pessoalmente e por telefone. E o resultado não poderia ter sido melhor. Não só pela história em si, mas pela maneira emocionante como foi contada, algo que, tenho certeza, o leitor ou leitora apreciará imensamente desde o primeiro parágrafo.

 

Depoimentos do livro “Entre ases e reis de Interlagos”, por quem vive ou
viveu intensamente o mundo do automobilismo brasileiro:

Totó Porto
Claus Hoppen
Reginaldo Leme
Livio Oricchio
Bob Sharp