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Totó Porto

A fluência agradável desta leitura me fez retornar aos 15 anos, quando o amor pelo automobilismo era incontido e eu me emocionava com o estilo extravagante da pilotagem de Bird Clemente na equipe Vemag. Algum tempo depois, pilotando os fantásticos Interlagos Berlineta, ele marcou seu estilo, como fazia questão de dizer o argentino amigo de Fangio, Horácio Stevens, para quem vê-lo pilotar era o mesmo que contemplar um bailado no balanço das curvas, como se vê nas corridas de motos.

Ao longo de toda a sua carreira, andando no limite dos limites, Bird fez de seu estilo sua marca, que era a expressão não só da vontade de vencer, como do prazer de guiar naquela rotina de arrojo e habilidade, contradizendo os comentários e previsões pessimistas dos experts sobre acidentes e batidas, que, felizmente, pouquíssimas vezes ocorreram. Desfrutei, como amigo e piloto, a convivência com os melhores pilotos brasileiros, e compartilho convicto com alguns deles a opinião de que Bird Clemente só é comparável a Jochen Rindt e Ronnie Peterson e, sem dúvida, ele está entre os cinco melhores pilotos que  o mundo já conheceu.

Tanto quanto José Carlos Pace, Bird Clemente foi um companheiro que me passou, sem egoísmo, as dicas para que eu experimentasse o privilégio de sua sabedoria.

 

Depoimentos do livro “Entre ases e reis de Interlagos”, por quem vive ou
viveu intensamente o mundo do automobilismo brasileiro:

Totó Porto
Claus Hoppen
Reginaldo Leme
Livio Oricchio
Bob Sharp